
A inteligência artificial já faz parte da rotina de grandes empresas. Hoje, ela apoia decisões, automatiza processos e ajuda negócios complexos a ganharem eficiência, escala e previsibilidade em um cenário cada vez mais orientado por dados.
Apesar do interesse crescente, a aplicação prática da IA ainda é um desafio. Um estudo recente da Qive mostra que apenas 33% das empresas utilizam inteligência artificial no dia a dia, enquanto poucas conseguem estruturar investimento, dados e processos para escalar essa tecnologia de forma consistente.
Para que a IA funcione de verdade, é preciso mais do que ferramentas isoladas. Conectividade estável, soluções em nuvem e integração entre sistemas são a base dessa jornada e é nesse contexto que a tecnologia se conecta ao ecossistema digital que nós apoiamos na Vivo, ajudando empresas a evoluírem com segurança e eficiência.
Quando aplicada em larga escala, a inteligência artificial deixa de ser apenas uma ferramenta pontual e passa a atuar como parte da engrenagem do negócio. Ela conecta dados, automatiza fluxos e amplia a capacidade de análise, impactando áreas como operações, finanças, atendimento e gestão.
Na prática, a IA permite que empresas tomem decisões mais rápidas e embasadas, reduzam tarefas repetitivas e ganhem eficiência operacional. Em ambientes complexos, ela ajuda a transformar grandes volumes de informação em insights acionáveis, apoiando o crescimento de forma mais estruturada e previsível.
Mesmo com tantos benefícios, a adoção da inteligência artificial ainda acontece de forma desigual. Muitas empresas reconhecem o potencial da IA, mas encontram dificuldades para sair do discurso e avançar para uma aplicação prática e escalável no dia a dia.
Esses obstáculos geralmente não estão na tecnologia em si, mas na falta de preparo do negócio para sustentar uma estratégia de IA de longo prazo, que exige base técnica, organizacional e cultural.
Os principais desafios na aplicação de IA em grandes empresas incluem:
A aplicação prática da inteligência artificial já acontece em diferentes áreas das grandes empresas. Mais do que inovação, a IA tem sido usada para resolver desafios reais do dia a dia, trazendo eficiência, controle e suporte à tomada de decisão em operações de alta complexidade.
A automação com inteligência artificial permite reduzir tarefas repetitivas e manuais, liberando tempo das equipes para atividades mais estratégicas. Processos que antes dependiam de múltiplas etapas passam a ser executados com mais rapidez e menor margem de erro.
Em grandes operações, essa automação ajuda a padronizar fluxos, aumentar a produtividade e reduzir custos operacionais, criando uma rotina mais previsível e eficiente para o negócio.
A IA amplia a capacidade das empresas de analisar grandes volumes de dados em tempo real. Informações que antes estavam dispersas passam a ser conectadas, organizadas e interpretadas de forma mais inteligente.
Com isso, gestores conseguem identificar padrões, antecipar cenários e tomar decisões mais embasadas, reduzindo riscos e aumentando a assertividade em estratégias de curto e longo prazo.
Ao assumir tarefas operacionais, a inteligência artificial impacta diretamente a produtividade das equipes. Ela automatiza atividades rotineiras e otimiza fluxos internos, tornando o trabalho mais ágil e estratégico.
Além disso, a IA contribui para um melhor uso do tempo e dos recursos humanos, especialmente em empresas com estruturas grandes e processos distribuídos.
Na prática, isso se traduz em:
Em ambientes corporativos complexos, a inteligência artificial ajuda a transformar dados históricos e informações em tempo real em previsões mais precisas, apoiando o controle e a gestão do negócio.
Entre os principais impactos estão:
Antes de escalar o uso da inteligência artificial, é fundamental avaliar se o negócio está preparado para sustentar essa evolução. IA em larga escala exige governança, estrutura tecnológica e clareza de objetivos para gerar valor contínuo e evitar iniciativas desconectadas ou pouco eficientes.
A base de qualquer estratégia de IA está na infraestrutura. Conectividade estável e ambientes em nuvem permitem que dados circulem com segurança, escala e desempenho, viabilizando análises e automações mais avançadas.
Alguns pontos essenciais nessa etapa são:
A inteligência artificial só funciona bem quando os dados são confiáveis, organizados e acessíveis. Informações dispersas, incompletas ou desatualizadas comprometem análises, previsões e automações, limitando o potencial da IA no negócio.
Além disso, integrar sistemas e bases de dados é essencial para criar uma visão unificada da operação. Quanto mais conectadas estiverem as informações, mais precisos e relevantes serão os resultados gerados pela IA.
Mais do que tecnologia, a adoção de IA envolve pessoas e mudança cultural. Preparar a empresa para essa jornada significa alinhar equipes, processos e expectativas em torno de uma estratégia clara.
Isso inclui:
O caminho para aplicar inteligência artificial de forma consistente começa com planejamento. Em vez de adotar várias soluções ao mesmo tempo, o ideal é identificar onde a IA pode gerar mais impacto e alinhar essa decisão aos objetivos do negócio.
Começar pequeno, testar, medir resultados e escalar gradualmente ajuda a reduzir riscos e aumenta as chances de sucesso. Essa abordagem permite que a empresa aprenda, ajuste processos e fortaleça sua base tecnológica ao longo do tempo.
Alguns passos iniciais incluem:
A inteligência artificial se consolida como uma aliada estratégica na evolução dos negócios, quando integrada a uma base tecnológica sólida. Conectividade, nuvem e comunicação eficiente criam o ambiente necessário para que a IA gere valor de forma consistente e é nesse contexto que as soluções da Vivo apoiam o seu negócio em jornadas de crescimento mais estruturadas.
Mais do que adotar tecnologia, aplicar IA é um processo contínuo de aprendizado, adaptação e melhoria. Empresas que encaram essa jornada com visão estratégica conseguem ganhar eficiência, tomar decisões mais inteligentes e se preparar melhor para os desafios de um mercado cada vez mais orientado por dados.
Por TVF Telecom / 24 de fevereiro de 2026